Projetos De Pilhas Para Disposição De Rejeito E Estéril Na Mineração

Este curso é destinado exclusivamente a estudantes.

Atenção!

Este curso é destinado somente a estudantes de cursos tecnólogos, graduação e de pós graduação (lato sensu e stricto sensu). O envio de documento comprobatório é obrigatório. Agradecemos a compreensão.

Detalhes do curso

A grande maioria dos projetos de mineração que possuem a necessidade de contenção de rejeitos no mundo envolve a técnica de represamentos de rejeitos pela utilização de barragens. Esses represamentos são desenvolvidos para armazenar a lama. Essa opção por represamentos exige a construção e manutenção da integridade estrutural, bem como a “saúde” geotécnica das estruturas de retenção.

De maneira geral, os represamentos de rejeito ainda continuam sendo a melhor opção, utilizando pastas de rejeito (final da moagem). Entretanto, com o avanço tecnológico da desidratação nas últimas décadas (filtro à vácuo e pressão de grande capacidade), permitem que o rejeito seja disposto em um estado insaturado. Os rejeitos filtrados geralmente são uma excelente alternativa quando não existe a possibilidade na construção de diques de represamento.

Em paralelo, tem-se que as pilhas de disposição de estéril são formadas por uma série de materiais heterogêneos provenientes de uma ou mais matriz litológica. Adicionalmente, deve-se ressaltar que a granulometria dos materiais é extremamente variada, podendo apresentar desde blocos de rocha a solos. Além disso, outro ponto de extrema variabilidade a ser considerado refere-se ao local de implantação da PDE, podendo este apresentar fundações com boas características mecânicas a locais com solos moles.

Dessa forma, este curso tem como objetivo analisar todos os fatores influenciadores de uma pilha de disposição de rejeito e estéril, incluindo desde a fundação da pilha, fatores hidrológicos e hidrogeológicos, a estabilidade dos taludes e as medidas de controle de erosão para o desenvolvimento de um projeto detalhado de PDE. Isso se dá, pois, tais características são apresentadas como as mais importantes a serem analisadas durante a elaboração do projeto.

Em paralelo, visando os impactos econômicos de curto prazo e a segurança operacional, será apresentado medidas de controle e mitigação de riscos geotécnicos durante as operações das PDE’s. Tais medidas visam o incremento na segurança operacional de tais pilhas.



Conteúdo Programático

  • Sistemas de disposição de rejeito

  • Principais problemas e desafios

  • Incerteza nos dados

 

  • Investigações geológico-geotécnicas

  • Ensaios in situ e laboratoriais

  • Interpretação das informações

  • Tratamento das fundações

 

  • Metodologias de drenagem de pilhas de estéril

  • Dimensionamento de drenagem superficial

  • Definição das características do aterro

  • Controle de qualidade

 

  • Fatores causadores de instabilidade

  • Definição de Fator de Segurança

  • Tensão x Deformação e Equilíbrio-Limite em projetos de pilhas de estéril

  • Instrumentação Geotécnica

 

  • Plano de Inspeção

  • Plano de Monitoramento

  • Plano de Drenagem

  • Sequenciamento Construtivo

  • Controles Operacionai

 

  • Identificação de Risco

  • Avaliação de Risco

  • Metodologias de Avaliação de Riscos

  • Mitigação de Risco

  • Gatilhos de Resposta

  • TARP’s e Procedimentos de Emergência

  • Controles Hierárquicos

 

Professores

É Pós-Doutor em Geotecnia pela UFV, Doutor em Geologia de Engenharia pela UFRJ, Doutorando em Geotecnia pela UERJ, Mestre em Geotecnia pela UERJ, Mestre em Geologia de Engenharia pela UFRJ, possui MBA em Gestão de Projetos pela USP e, Bacharel em Geologia pela UFRJ. Geólogo com 14 anos de experiência em planejamento de obras de arte de engenharia civil, nacionais e internacionais. É Docente de Graduação e Pós-graduação. É Pesquisador Colaborador da UFV e Consultor nas áreas de Geologia de Engenharia e Geotecnia, com ênfase em Mecânica das Rochas, Mecânica dos Solos, barragens, túneis, taludes e meio ambiente, investigações de campo e ensaios de laboratório e in situ, bem com instrumentação geotécnica. É Membro de Comissões Técnicas, de Corpo Editorial e Revisor Ad hoc de Periódicos nacionais e internacionais.

Engenheiro de Minas (UFMG) mestre em Engenharia Civil e Gerenciamento pela universidade de Glasgow na Escócia, com especialização em Geotecnia e Gerenciamento de Projetos. Possui experiência em desenvolvimento de projetos de barragens de rejeitos, pilhas de estéril e de taludes. Desenvolveu avaliações de situação de estruturas geotécnicas, avaliação de piping e liquefação. Implementação de sistemas de instrumentação e monitoramento e aplicação de metodologias alternativas para avaliação de estruturas críticas. 

Investimento

1° lote até 18/01/2021

R$ 290,00

a vista no boleto ou em até 10x de R$ 34,00

2° lote a partir de 19/01/2021

R$ 350,00

a vista no boleto ou em até 10x de R$ 39,00

© Instituto Minere

by nerit