As maiores oportunidades do ano estão chegando.
EAD
ACESSO IMEDIATO
Curso Gravado
Carga horária: 10 horas
Projetar pilhas é assumir responsabilidade sobre risco, segurança e produção.
Domine critérios, metodologias e decisões técnicas para o projeto, dimensionamento e operação segura de pilhas de estéril e rejeitos, integrando geotecnia, drenagem, estabilidade e gestão de risco.
Explore os detalhes do curso abaixo e, se precisar de ajuda ou quiser saber mais, preencha o formulário.
A disposição de estéril e rejeitos em pilhas é uma alternativa cada vez mais utilizada na mineração moderna, seja por restrições regulatórias, ambientais ou operacionais. No entanto, pilhas são estruturas geotécnicas complexas, formadas por materiais heterogêneos, com forte influência das condições de fundação, drenagem, método construtivo e sequenciamento operacional.
Este curso aborda de forma aplicada os principais critérios técnicos para projetos de pilhas de estéril e rejeitos, desde os estudos geológico-geotécnicos de fundação, definição da metodologia construtiva, sistemas de drenagem, avaliação da estabilidade e instrumentação, até a incorporação de práticas de gestão de risco ao longo da vida útil da estrutura.
Com acesso imediato ao curso gravado, o aluno desenvolve segurança técnica para projetar, avaliar ou auditar pilhas existentes ou em fase de implantação, reduzindo riscos operacionais, ambientais e regulatórios.
Capacidade de projetar e avaliar pilhas de estéril e rejeitos considerando fundação, drenagem e estabilidade.
Visão integrada entre projeto, método construtivo, operação e gestão de risco.
Segurança técnica para sustentar decisões em auditorias, licenciamento e fiscalização.
A substituição de barragens por pilhas de disposição ampliou a responsabilidade técnica sobre essas estruturas. Falhas em projetos de pilhas já resultaram em instabilidades, impactos ambientais, paralisações operacionais e responsabilização de profissionais.
Projetar pilhas exige domínio técnico, compreensão do risco e integração entre geotecnia, hidrologia, operação e monitoramento. Improviso não é opção.
• Sistemas de disposição
• Principais problemas e desafios
• Incertezas associadas aos dados
• Investigações geológico-geotécnicas
• Ensaios in situ e laboratoriais
• Interpretação dos dados
• Tratamento das fundações
• Metodologias de drenagem de pilhas
• Dimensionamento da drenagem superficial
• Definição das características do aterro
• Controle de qualidade e execução
• Fatores causadores de instabilidade
• Definição de fator de segurança
• Análises por equilíbrio-limite
• Análises tensão–deformação
• Instrumentação geotécnica aplicada
• Plano de inspeção
• Plano de monitoramento
• Plano de drenagem
• Sequenciamento construtivo
• Controles operacionais
• Identificação de riscos
• Avaliação e hierarquização de riscos
• Metodologias de análise de risco
• Medidas de mitigação
• Gatilhos de resposta
• TARP’s e procedimentos de emergência
Aqui você aprende com quem é referência no setor.
Engenheiro Mecânico, MBA em Gestão Empresarial (FGV) e pós-graduado em Processo Mineral. Atua na interface entre engenharia, operação e gestão, com foco em segurança operacional, processos e controle de riscos na mineração.
Pós-Doutor em Geotecnia, Doutor em Geologia de Engenharia, Mestre em Geotecnia e Geologia de Engenharia. Geólogo com ampla experiência nacional e internacional em obras geotécnicas, barragens, taludes, fundações e instrumentação. Docente de graduação e pós-graduação e consultor em geotecnia e geologia de engenharia.
Curso gravado
Acesso imediato
Estude no seu ritmo
São projetos geotécnicos vivos, que evoluem com a operação.
Quem domina o projeto, controla o risco.
Quem não domina, transfere a responsabilidade para o acaso.